Look with your heart! |
Não façam ser o que não sou. Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas não serei a mesma pra sempre. |
O amor é muito frágil, como uma rosa. Você precisa permitir que ele dance na chuva, no vento, no Sol…
O amor é como um pássaro, tendo todo o céu como sua liberdade. Você pode capturar o pássaro, pode colocá-lo numa bela gaiola de ouro, e parece que ele é o mesmo pássaro que estava voando em liberdade e tinha o céu inteiro pra si. Mas, ele apenas aparenta ser o mesmo, pois ele não é: você o matou, cortou as suas asas, tirou os eu céu. E os pássaros não ligam para o seu ouro; não importa o quão preciosa possa ser a sua gaiola, ela é uma prisão.
E é isso o que temos feito com o nosso amor: criamos gaiolas. Temos medo, pois o céu é vasto, e o medo é o de que o pássaro possa não retornar.
Os amantes estão sempre com medo, e o medo é devido ao amor vir como uma brisa. Não se pode produzi-lo, ele não é algo a ser manufaturado - ele vem. Mas qualquer coisa que venha por si mesma, também pode ir por si mesma; esse é um resultado natural. O amor vem, e flores desabrocham em você, canções surgem em seu coração, um desejo de dançar; mas, com um medo oculto. O que acontecerá se essa brisa que veio a você, com frescor e fragrância, deixá-lo amanhã? Pois você não é o limite da existência, e a brisa é somente uma convidada e estará com você tanto quanto ela sentir que deva, e irá embora a qualquer momento…
Isso cria medo nas pessoas, e elas se tornam possessivas. Elas começam a fechar as portas e janelas para manter a brisa dentro; porém, quando suas portas e janelas estiverem fechadas, ela não é a mesma brisa. O frescor e a fragrância são perdidos, e logo ela será fastidiosa. Ela precisa de liberdade e você tirou-a - ela é somente um cadáver.
Há somente um critério de amor: ele dá liberdade, e incondicionalmente.